quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

O meu corpo.

 (...) There is no cure for human condition, and pain of all varieties is part of it. (...) Intense emotional experiences are both the most joyful and the most daunting realities of human life, and our health and happiness depend on being aware of their power. When we don´t knouw how to feel our "unacceptable" emotional reactions to life (shame, despair, rage, grief and terror), we are diverted from this challeging feelings by something that our nervous systems deem safer: physical pain and anxiety. This diversion process lauches us in to the brain's default mode when we are faced with danger: the fight-or-flight response. 

(...) The primitive parts of your brain have one vital task: keeping you alive. (...) chemicals raise your both your respiratory and heart rates, ensuring that your nowtensed muscles have the energy to make their next move. You might get only one chance to save your own skin, so you have yto be ready.

(...) There is a constant confusion about the natural defensive function enacted when the nervous system senses danger, and the brain responses by directing the body to protect itself. It make sence that people are perplexed by this. After all, teh "protection" is comimng in the form of pain, a decidedly unsafe posture to most people.  

(...) If the nervous system deems stressfull emotional experiences as dangerous predators, of corse you are safer home sick! People are often the primary trigger for dificult feelings, and people are everywhere.

(...) By this I mean that your stored trauma and unaddressed feelings bubbling underneath the surface may be hidden from your conscious view, but even if you are not listening to them, they are resonating somewhere. They are reverberating around your body(...) Even if we don´t feel them consciously, we will experience them physically."

Nicole Sachs


"(...) Não há cura para a condição humana, e a dor de todas as suas variedades fazem parte dela. (...) As experiências emocionais intensas são as realidades mais alegres e assustadoras da vida humana e a nossa saúde e felicidade dependem de estarmos conscientes do seu poder. Quando não sabemos como sentir as nossas reações emocionais "inaceitáveis" à vida (vergonha, desespero, raiva, tristeza e terror), somos desviados desses sentimentos desafiantes por algo que os nossos sistemas nervosos consideram mais seguro: a dor física e a ansiedade. Este processo de desvio lança-nos para o modo padrão do cérebro quando nos deparamos com um perigo: a resposta de lutar ou fugir.

(...) As partes primitivas do seu cérebro têm uma tarefa vital: mantê-lo vivo. (...) os produtos químicos aumentam a sua frequência respiratória e cardíaca, garantindo que os seus músculos agora tensos têm energia para fazer o próximo movimento. Pode ter apenas uma oportunidade de salvar a sua própria pele, por isso tem de estar preparado.(...)

(...) Existe uma confusão constante sobre a função defensiva natural ativada quando o sistema nervoso deteta o perigo e as respostas do cérebro direcionam o corpo para se proteger. Faz sentido que as pessoas fiquem perplexas com isso. Afinal, a "proteção" surge sob a forma de dor, uma postura decididamente insegura para a maioria das pessoas.

(...) Se o sistema nervoso considerar as experiências emocionais stressantes como predadores perigosos, é claro que estará mais seguro em casa doente! As pessoas são, muitas vezes, o principal gatilho para os sentimentos difíceis, e estão em todo o lado.

(...) Com isto quero dizer que os seus traumas armazenados e sentimentos não resolvidos a borbulhar sob a superfície podem estar escondidos da sua visão consciente, mas mesmo que não os esteja a ouvir, estão a ressoar algures. Estão a reverberar no seu corpo (...) Mesmo que não as sintamos conscientemente, iremos experimentá-las fisicamente."

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